Insatisfação
A T. Chaves
Mudou o tempo
Capitalismo comeu a gente
Mudou o dia
Nada sobrou da alquimia
Os dedos são rosas vermelhas
Sangrando pela tensão
E a máquina continua produzindo
O Trabalho
Para saúde da família
Na residência o moe-dor
Vai triturando a carne nova
Mas, ninguém morre de agonia
No sábado rosa
Carnívora.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
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3 comentários:
Cada vez melhor...
onde há vida, há resistência!
ou vice-versa!
O Mundo: Comédia para os que pensam, tragédia para os que sentem. (Walpole)
...
Quando tu vem? Tem encontro poético na última quinta desse mês. Vamo?
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